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sexta-feira, 4 de junho de 2010

ISRAEL AGE EM LEGÍTIMA DEFESA, por Floriano Pesaro



Israel age em legítima defesa

Vereador Floriano Pesaro


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Quem estabelece o limite do direito de se defender? Quando é que agimos? Qual a atitude a tomar diante de um perigo iminente? Quantos avisos devemos emitir antes de tomar uma ação? Será que é justo ficar de braços cruzados esperando, torcendo para que algo mais grave não se concretize, algo que pode colocar em risco nossa existência? Ou devemos agir e evitar qualquer perigo que ameace vidas? Israel, avisou. Israel esperou pela sensatez. Israel chegou no limite. E Israel agiu! Já houve mortes demais, atentados demais, terrorismo demais! Não há como ser leniente. Não é porque alguns ingênuos e incautos compram a propaganda maniqueísta da esquerda retrógrada palestina, que vê apenas um lado da questão, que Israel deixará de tomar todas as legítimas e necessárias medidas para a preservação de seu país, de sua população, de seu direito à existência. Já cansamos de ver situações em que pessoas bem intencionadas são usadas como escudo, como pano de fundo para que atos extremos sejam perpetrados.
A flotilha não seguia como uma ação humanitária, mas como uma provocação com o intuito de apoiar o regime ilegal e terrorista do Hamas em Gaza, sustentado pelo regime dos Aiatolás do Irã. Israel não pode permitir o livre fluxo de armas, de foguetes e mísseis, é por este motivo que Israel deve examinar as mercadorias que entram na região. A política de Israel é simples: qualquer ajuda humanitária para Gaza pode entrar. O que é inadmissível é a capacidade de que sejam transportados materiais bélicos. Devemos buscar um caminho legítimo de paz, evitar situações semelhantes, em que um ato de agressão fantasia-se de ajuda humanitária e Israel tem que tomar todas as medidas necessárias para garantir o seu direito de existir e de se proteger

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